14 de mar de 2010

Just dream.

Arrebenta fitinha, por favor, vai! E ela ainda está aqui no meu tornozelo, porque pulso é assumir fé-demais. Nunca gostei de pensamentos muito teocêntricos, mas sem coragem (e motivo) para ser ateu, creio, acredito e persisto, mesmo que por medo de parar, desacreditar. Mas Nossa Senhora Aparecida está aqui, inclusive agora, quando olhei o trapinho vermelho que já nem tem Seu nome legível.

Ensaiei escrever antes mesmo de escrever sobre Elas. Mas precisava ruminar mais um pouco, moldar, ter aval interno. E sonhei! Hoje eu sonhei que uma chuva torrencial chegava no momento em que atendia alguém na portaria de um prédio, a chuva que começava bonita - inundava, a rua-rio até impressionava, mas eu estava diante da situação e olhei, e quando já não era só uma pessoa na portaria, vi amigos, todos reconhecidos em rostos sorridentes e receptivos buscando abrigo desde a portaria até uma porta pequena, e rimos, depois de reconhecer - a chuva, os amigos - rimos, esperamos a chuva passar, e ela passou.

A tempestade passou. O sonho aconteceu no sono, o sonho acontece, as tempestades me inundam de um tipo de mim desconhecido, mas os amigos estão por perto, e já fora do sono - o sonho acontece. E Nossa Senhora!É possível. E a fitinha sequer arrebentou.

"Porque fé quando não se tem, se inventa." Caio...

3 comentários:

  1. adooooro chuva... adoro tomar banho de chuva... e adoro sonhar... rsss...
    torcendo para fitinha arrebentar... rsss...
    bjos...

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  2. Carol, a fitinha ainda não arrebentou. Haha...

    Mari, saudade é quando o momento tenta fugir da lembrança para acontecer de novo e não consegue. (by google)

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